O comércio on-line pode ser um bicho de sete cabeças para quem ainda não conhece muito bem o funcionamento de um marketplace e um e-commerce. A primeira escolha que você deve fazer é qual deles é melhor para você.

Se você optou pelo marketplace, certamente começou a se questionar quanto vai custar essa “parceria”. Essas plataformas de vendas não cobram nenhum valor inicial para que as lojas e/ou pessoas anunciem seus produtos. Ainda assim, é importante prestar atenção em alguns detalhes que podem acabar fugindo do orçamento dos mais desavisados.

É provável que o marketplace peça diversos documentos antes que o vendedor comece seus anúncios. Esses documentos podem custar algum valor, então é importante colocar tudo na ponta da caneta.

Depois que a autorização for concedida, os comerciantes poderão iniciar as vendas. Será cobrada uma taxa que pode variar de site para site, mas que em média representa de 15% a 30% do valor do produto, dependendo do segmento. Essa taxa pode gerar mudança no valor do produto, mas é o preço que se paga pelos benefícios de utilizar o marketplace. Além disso, essa taxa é convertida em benefícios para o próprio canal, e consequentemente, retorna como melhoria ao lojista.

É importante ressaltar que em 2017, pelo menos 55 milhões de consumidores fizeram pelo menos uma compra virtual, mostrando a força do comércio online nos dias de hoje. Os principais marketplaces do país recebem milhões de usuários, garantindo a visibilidade às marcas e gerando baixos ricos de investimentos.

No marketplace o vendedor não precisa se preocupar com marketing, investimento em sites de busca e visibilidade, visto que tudo isso será oferecido pelo canal. Por outro lado, deve-se ficar atento a precificação dos produtos e analisar os concorrentes, já que o consumidor tem uma ampla gama de opções no comércio virtual.

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